O uso intensivo de tecnologia pelas famílias está originando novos laços afetivos, impulsionados por celulares, computadores compartilhados e laptops e reforçando o relacionamento familiar. A forte presença da tecnologia no dia a dia destas famílias faz com que seus integrantes tenham novas maneiras de interagir. Os dados são de um estudo da Pew Internet & American Life Project chamada "Networked Families", divulgado neste domingo.
"A Internet e os telefones celulares vêm se tornado componentes centrais da moderna vida em família. Entre todos os tipos de grupos familiares, a família nuclear tradicional tem o mais alto índice de uso e posse da tecnologia", diz o site da organização.
A pesquisa aponta que as famílias constituídas por um casal e filhos menores de 18 anos são as mais propensas a ter e usar celulares e Internet. O estudo indica, por exemplo, que 89% dessas famílias têm mais de um celular, sendo que 47% têm três ou mais dispositivos móveis. E entre as crianças dessas famílias, com idades entre 7 e 17 anos, mais da metade (57%) tem seu próprio celular.
A vida em família é afetada por este uso intensivo de tecnologia. Contrariando a noção de que computadores contribuem para o isolamento dos usuários, a pesquisa mostra que muitas destas famílias, além de se manterem em contato com mais freqüência graças ao celular, compartilham o PC para ver conteúdo online juntos - 52% dos entrevistados afirmaram que ficam navegando pela web junto com o parceiro e/ou com os filhos.
Por outro lado, o impacto da tecnologia também se faz sentir sobre as atividades tradicionais. Essas famílias altamente tecnológicas costumam fazer menos refeições juntas, tendem a achar que se divertem menos nas horas livres e, quando estão em casa, diferenciam menos claramente o que é trabalho do que é diversão.
Mesmo assim, 25% dos entrevistados disseram que sua família hoje está mais próxima do que era a família em que cresceram, graças à tecnologia, contra 11% que afirmaram que os membros de sua família são menos próximos uns dos outros em relação à família do passado. Já para 60% dos entrevistados, celulares e Internet não aumentaram nem diminuíram a proximidade de suas famílias.
A pesquisa foi realizada entre os dias 13 de dezembro de 2007 13 de janeiro de 2008 eouviu 2.252 pessoas maiores de 18 anos em todo o país.
Redação Terra
sábado, 29 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
COMO ENVIAR E_MAILS
OS CHATOS CAEM NA REDE
O incômodo dos e-malas (Fonte: ZERO HORA)
No início, parecia uma maravilha: um e-mail chega instantaneamente, garante a comunicação e pode fazer com que se resolva tudo mais rápido. Então, ele começou a ser muito usado – e mal usado. A ferramenta criada para ganhar tempo passou a consumi-lo, justamente porque todos passaram a achar que não custa nada mandar uma mensagem eletrônica.
– No Brasil, as pessoas passam em média três horas por dia respondendo e-mails – garante o especialista em produtividade Christian Barbosa.
Ele reconhece que o número, apurado em pesquisa feita por sua empresa de gerenciamento do tempo em empresas, pode parecer exagerado, mas garante que essas horas são perdidas sem que os usuários percebam, em pequenas parcelas – cinco minutos aqui respondendo um e-mail, 10 ali entrando num site classificado como “imperdível” por um amigo. Até que, um dia, a pessoa chega de férias, passa uma hora deletando mensagens e percebe que a imensa maioria é bobagem.
– Existem cada vez mais e-malas no mundo, e a tendência é piorar se as empresas não fizerem nada – afirma Barbosa.
Não dá para confiar apenas na etiqueta para reduzir o problema, até porque é uma situação relativamente nova – apenas nos últimos dois anos o uso do computador em residências está se popularizando no Brasil. Mesmo que as pessoas estejam dispostas a serem educadas no uso do e-mail, muitas não sabem as principais normas para não incomodar os conhecidos.
Assim, as companhias devem definir políticas claras para o uso das mensagens, e a redução da chatice deve seguir uma regra pétrea: para receber menos e-mails, mande menos. É possível reduzir em até 20% o número de mensagens com três regras simples – normatizar quem pode ser copiado na mensagem, impedir o envio de qualquer tipo de anúncio e proibir os e-mails urgentes, que podem ser substituídos por telefonemas.
Ao passar seu e-mail, explique se é pessoal ou profissional
Para a especialista em etiqueta Maria Elisabeth Farina Guirao, na esfera pessoal o combate aos e-malas deve começar já na origem. Ao passar o e-mail para alguém, é preciso explicar para que serve aquele endereço: se é profissional, só pode receber conteúdo de trabalho. Se for pessoal, apenas mensagens pessoais, e que não vale repassar correntes ou spams (as mensagens indesejadas, normalmente com anúncios). Mas e quando o amigo não se manca?
– Aí, é preciso dizer claramente: “Por favor, não mande isso” – diz Elisabeth.
E precisa educação também nesse momento, lembra. O melhor é falar pessoalmente – o que é possível, por exemplo, se o e-chato é seu colega de trabalho. Para Elisabeth, falando ao vivo o outro percebe, pela expressão corporal, que aquilo realmente incomoda, fica menos suscetível a achar ruim ou se ofender e, mais importante, provavelmente vai riscar você da lista de destinatários freqüentes.
– Tudo o que se escreve é mais taxativo, então é preciso cuidado ao reclamar. O melhor é fazer um rascunho, salvar e ler depois, antes de mandar. Nunca responda um e-mail irritado – aconselha.
rodrigo.muzell@zerohora.com.br
MAICON BOCK E RODRIGO MÜZELL
As 10 faces de um e-chato
Será que você utiliza bem o seu e-mail? Responda conforme a escala abaixo:
1 Nunca
2 Raramente
3 Às vezes
4 Quase sempre
5 Sempre
( ) Tenho menos de 25 e-mails na minha caixa de entrada atualmente.
( ) Tenho um modelo de organização de pastas eficaz, que me permite localizar qualquer e-mail em menos de três minutos.
( ) Escrevo o assunto do e-mail por último, logo após reler o conteúdo, de forma que sintetize o texto redigido.
( ) Tenho o hábito de, ao ler o e-mail, já tomar alguma ação imediata (responder, apagar) e o remover da caixa de entrada.
( ) Costumo escrever e-mails de forma direta, objetiva e concisa, evito múltiplos assuntos na mesma mensagem.
( ) Nunca respondo com cópia para todos um e-mail que recebo com algum tipo de informação ou convocação.
( ) Evito enviar anexos nas mensagens e, quando necessário, mando com tamanhos reduzidos.
( ) Sempre especifico no e-mail enviado a ação a ser feita pelo destinatário da mensagem, para ele saber o que fazer.
( ) Escrevo e-mails detalhados, para que fique claro o que precisa ser entendido, em vez de escrever e-mails mais curtos e que nem sempre são claros.
Some e veja os resultados:
ATÉ 20 PONTOS = E-MALA
> Você tem hábitos ineficazes para lidar com e-mails. É preciso reservar um tempo para organizar sua caixa de entrada e pedir dicas do seu software de e-mail.
ATÉ 35 PONTOS = RAZOÁVEL
> Você não é “e-mala pleno”. Para não enveredar de vez pelo mau caminho, uma boa estratégia é pensar na sua caixa de entrada como uma lista de coisas a fazer. Com isso, estará sempre com poucas pendências.
ACIMA DE 35 PONTOS = E-SPERTO
> Você está conseguindo lidar bem com suas mensagens. Só que o e-mail é um processo de conscientização. Por isso, ajude os “e-malas” a sua volta a começarem a utilizar melhor o e-mail.
Fonte: Christian Barbosa, diretor-executivo da Tríade do Tempo, empresa de consultoria e tecnologia especializada em gestão do tempo e produtividade empresarial
As 10 faces de um e-chato
> Adora correntes
> Quer que todos vejam o que achou engraçado
> Escreve e-mails muito longos
> Suas mensagens sempre são urgentes
> Não coloca ações concretas no e-mail, enrola
> Envia a todos em cópia aberta (o endereço de todos aparece na mensagem)
> Manda e-mails com apenas uma palavra, por exemplo “ok”
> Coloca um fundo de cor diferente, com bichinhos ou imagens na mensagem
> O assunto do e-mail não tem nada a ver com o conteúdo
> Não se considera um e-mala, mas todos o apontam como tal
O incômodo dos e-malas (Fonte: ZERO HORA)
No início, parecia uma maravilha: um e-mail chega instantaneamente, garante a comunicação e pode fazer com que se resolva tudo mais rápido. Então, ele começou a ser muito usado – e mal usado. A ferramenta criada para ganhar tempo passou a consumi-lo, justamente porque todos passaram a achar que não custa nada mandar uma mensagem eletrônica.
– No Brasil, as pessoas passam em média três horas por dia respondendo e-mails – garante o especialista em produtividade Christian Barbosa.
Ele reconhece que o número, apurado em pesquisa feita por sua empresa de gerenciamento do tempo em empresas, pode parecer exagerado, mas garante que essas horas são perdidas sem que os usuários percebam, em pequenas parcelas – cinco minutos aqui respondendo um e-mail, 10 ali entrando num site classificado como “imperdível” por um amigo. Até que, um dia, a pessoa chega de férias, passa uma hora deletando mensagens e percebe que a imensa maioria é bobagem.
– Existem cada vez mais e-malas no mundo, e a tendência é piorar se as empresas não fizerem nada – afirma Barbosa.
Não dá para confiar apenas na etiqueta para reduzir o problema, até porque é uma situação relativamente nova – apenas nos últimos dois anos o uso do computador em residências está se popularizando no Brasil. Mesmo que as pessoas estejam dispostas a serem educadas no uso do e-mail, muitas não sabem as principais normas para não incomodar os conhecidos.
Assim, as companhias devem definir políticas claras para o uso das mensagens, e a redução da chatice deve seguir uma regra pétrea: para receber menos e-mails, mande menos. É possível reduzir em até 20% o número de mensagens com três regras simples – normatizar quem pode ser copiado na mensagem, impedir o envio de qualquer tipo de anúncio e proibir os e-mails urgentes, que podem ser substituídos por telefonemas.
Ao passar seu e-mail, explique se é pessoal ou profissional
Para a especialista em etiqueta Maria Elisabeth Farina Guirao, na esfera pessoal o combate aos e-malas deve começar já na origem. Ao passar o e-mail para alguém, é preciso explicar para que serve aquele endereço: se é profissional, só pode receber conteúdo de trabalho. Se for pessoal, apenas mensagens pessoais, e que não vale repassar correntes ou spams (as mensagens indesejadas, normalmente com anúncios). Mas e quando o amigo não se manca?
– Aí, é preciso dizer claramente: “Por favor, não mande isso” – diz Elisabeth.
E precisa educação também nesse momento, lembra. O melhor é falar pessoalmente – o que é possível, por exemplo, se o e-chato é seu colega de trabalho. Para Elisabeth, falando ao vivo o outro percebe, pela expressão corporal, que aquilo realmente incomoda, fica menos suscetível a achar ruim ou se ofender e, mais importante, provavelmente vai riscar você da lista de destinatários freqüentes.
– Tudo o que se escreve é mais taxativo, então é preciso cuidado ao reclamar. O melhor é fazer um rascunho, salvar e ler depois, antes de mandar. Nunca responda um e-mail irritado – aconselha.
rodrigo.muzell@zerohora.com.br
MAICON BOCK E RODRIGO MÜZELL
As 10 faces de um e-chato
Será que você utiliza bem o seu e-mail? Responda conforme a escala abaixo:
1 Nunca
2 Raramente
3 Às vezes
4 Quase sempre
5 Sempre
( ) Tenho menos de 25 e-mails na minha caixa de entrada atualmente.
( ) Tenho um modelo de organização de pastas eficaz, que me permite localizar qualquer e-mail em menos de três minutos.
( ) Escrevo o assunto do e-mail por último, logo após reler o conteúdo, de forma que sintetize o texto redigido.
( ) Tenho o hábito de, ao ler o e-mail, já tomar alguma ação imediata (responder, apagar) e o remover da caixa de entrada.
( ) Costumo escrever e-mails de forma direta, objetiva e concisa, evito múltiplos assuntos na mesma mensagem.
( ) Nunca respondo com cópia para todos um e-mail que recebo com algum tipo de informação ou convocação.
( ) Evito enviar anexos nas mensagens e, quando necessário, mando com tamanhos reduzidos.
( ) Sempre especifico no e-mail enviado a ação a ser feita pelo destinatário da mensagem, para ele saber o que fazer.
( ) Escrevo e-mails detalhados, para que fique claro o que precisa ser entendido, em vez de escrever e-mails mais curtos e que nem sempre são claros.
Some e veja os resultados:
ATÉ 20 PONTOS = E-MALA
> Você tem hábitos ineficazes para lidar com e-mails. É preciso reservar um tempo para organizar sua caixa de entrada e pedir dicas do seu software de e-mail.
ATÉ 35 PONTOS = RAZOÁVEL
> Você não é “e-mala pleno”. Para não enveredar de vez pelo mau caminho, uma boa estratégia é pensar na sua caixa de entrada como uma lista de coisas a fazer. Com isso, estará sempre com poucas pendências.
ACIMA DE 35 PONTOS = E-SPERTO
> Você está conseguindo lidar bem com suas mensagens. Só que o e-mail é um processo de conscientização. Por isso, ajude os “e-malas” a sua volta a começarem a utilizar melhor o e-mail.
Fonte: Christian Barbosa, diretor-executivo da Tríade do Tempo, empresa de consultoria e tecnologia especializada em gestão do tempo e produtividade empresarial
As 10 faces de um e-chato
> Adora correntes
> Quer que todos vejam o que achou engraçado
> Escreve e-mails muito longos
> Suas mensagens sempre são urgentes
> Não coloca ações concretas no e-mail, enrola
> Envia a todos em cópia aberta (o endereço de todos aparece na mensagem)
> Manda e-mails com apenas uma palavra, por exemplo “ok”
> Coloca um fundo de cor diferente, com bichinhos ou imagens na mensagem
> O assunto do e-mail não tem nada a ver com o conteúdo
> Não se considera um e-mala, mas todos o apontam como tal
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A FOME NO MUNDO
Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.
'Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.'
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo...
'Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.'
Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo...
domingo, 2 de novembro de 2008
Mantendo um laboratório de informática escolar com segurança
Para mantermos um laboratório de informática escolar, precisamos ter cuidados maiores do que com o nosso computador pessoal.
Além de ser coordenado por pessoas treinadas e capacitadas, é preciso muita orientação aos alunos, sempre lembrando que o objetivo é o ensino-aprendizagem, utilizando a informática como mais uma ferramenta para isso.
Os alunos devem:
A) aprender a manusear o equipamento com cuidado,
B) aprender como ligar os computadores e o estabilizador de voltagem,
C) desligar os computadores ou desconectar da rede sempre que encerrarem o trabalho,
D) proteger o equipamento com capas, para tentar diminuir os estragos provocados pela maresia e poeira.
A escola deve:
A) escolher um servidor com procedimentos e políticas de segurança,
B) manter programas atualizados, com atualizações automáticas, antivírus,
C) desabilitar a opção de esconder extensões de arquivos,
D) atualizar o sistema com “patches”,
E) desabilitar Java, Javascript e Activex,
F) manter cópias de arquivos importantes em CD, DVD ou pendrive, por exemplo.
Os professores devem acompanhar constantemente o que os alunos estão acessando, e a NÃO:
A) abrir links ou mensagens desconhecidas,
B) responder “forms” (formulários) de sites desconhecidos,
C) participar de fóruns ou chats duvidosos,
D) responder e-mails solicitando senhas ou outros dados importantes e pessoais,
E) abrir links por solicitação de desconhecidos,
F) executar ou enviar programas mandados por desconhecidos.
Além de ser coordenado por pessoas treinadas e capacitadas, é preciso muita orientação aos alunos, sempre lembrando que o objetivo é o ensino-aprendizagem, utilizando a informática como mais uma ferramenta para isso.
Os alunos devem:
A) aprender a manusear o equipamento com cuidado,
B) aprender como ligar os computadores e o estabilizador de voltagem,
C) desligar os computadores ou desconectar da rede sempre que encerrarem o trabalho,
D) proteger o equipamento com capas, para tentar diminuir os estragos provocados pela maresia e poeira.
A escola deve:
A) escolher um servidor com procedimentos e políticas de segurança,
B) manter programas atualizados, com atualizações automáticas, antivírus,
C) desabilitar a opção de esconder extensões de arquivos,
D) atualizar o sistema com “patches”,
E) desabilitar Java, Javascript e Activex,
F) manter cópias de arquivos importantes em CD, DVD ou pendrive, por exemplo.
Os professores devem acompanhar constantemente o que os alunos estão acessando, e a NÃO:
A) abrir links ou mensagens desconhecidas,
B) responder “forms” (formulários) de sites desconhecidos,
C) participar de fóruns ou chats duvidosos,
D) responder e-mails solicitando senhas ou outros dados importantes e pessoais,
E) abrir links por solicitação de desconhecidos,
F) executar ou enviar programas mandados por desconhecidos.
sábado, 18 de outubro de 2008
Internet melhora desempenho do cérebro
Um novo estudo americano sugere que pessoas na meia-idade ou mais velhas aumentam o poder de seus cérebros com o uso da internet. Pesquisadores da Universidade da Califórnia-Los Angeles descobriram que a busca de dados pela rede estimula centros do cérebros que controlam a tomada de decisões e o raciocínio complexo.
Segundo os cientistas, isso pode até ajudar no combate a mudanças fisiológicas relacionadas à idade que levam o cérebro a ficar mais lento.
Com o envelhecimento, o cérebro passa por uma série de mudanças, incluindo o encolhimento e redução na atividade celular, o que pode ter um impacto no desempenho cerebral.
Acreditava-se que atividades como palavras-cruzadas ajudariam a manter o cérebro ativo e também a minimizar o impacto do envelhecimento. O novo estudo sugere que surfar pela internet também pode ser uma destas atividades.
"Os resultados do estudo são encorajadores, as tecnologias que estão surgindo podem ter efeitos fisiológicos e benefícios potenciais para adultos de meia-idade ou mais velhos", diz o professor Gary Small, que liderou a pesquisa.
"As buscas na internet envolvem uma complicada atividade cerebral, que pode ajudar a exercitar o cérebro e melhorar as funções cerebrais", acrescenta Small.
O estudo foi publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry.
Exames
Os cientistas trabalharam com 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos. Metade era formada por usuários experientes da internet. Cada voluntário teve o cérebro examinado enquanto fazia buscas na internet e lia livros.
Os dois tipos de tarefas deram provas de uma atividade significativa em regiões do cérebro que controlam linguagem, leitura, memória e habilidades visuais.
No entanto, a busca na internet produziu atividade adicional em áreas separadas do cérebro, que controlam a tomada de decisões e raciocínos complexos, mas apenas nos voluntários que eram usuários experientes da internet.
Segundo os pesquisadores, comparando com a simples leitura, as múltiplas escolhas da internet exigem que as pessoas tomem decisões a respeito do que clicar para conseguir informações relevantes.
Os cientistas sugeriram, porém, que os usuários inexperientes da rede não conseguiram compreender bem as estratégias necessárias para uma busca bem-sucedida.
"Uma tarefa simples, cotidiana, como fazer buscas na internet, parece intensificar os circuitos cerebrais nos adultos mais velhos, demonstrando que nosso cérebro pode continuar a aprender à medida que envelhecemos", afirma Small.
"Essas descobertas fascinantes se somam a pesquisas anteriores e sugerem que pessoas de meia-idade ou mais velhas podem reduzir o risco de sofrer de demência ao praticar regularmente atividades cerebrais estimulantes", diz Rebecca Wood, diretora-executiva da organização Alzheimer''s Research Trust.
"Interação social frequente, prática regular de exercícios e a manutenção de uma dieta balanceada também podem reduzir o risco de demência", acrescenta Wood.
No entanto, para Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer's Society, "ainda há poucas evidências de que manter o cérebro ativo por meio de palavras-cruzadas, jogos e outras atividades" pode reduzir o risco de demência.
BBC Brasil
Segundo os cientistas, isso pode até ajudar no combate a mudanças fisiológicas relacionadas à idade que levam o cérebro a ficar mais lento.
Com o envelhecimento, o cérebro passa por uma série de mudanças, incluindo o encolhimento e redução na atividade celular, o que pode ter um impacto no desempenho cerebral.
Acreditava-se que atividades como palavras-cruzadas ajudariam a manter o cérebro ativo e também a minimizar o impacto do envelhecimento. O novo estudo sugere que surfar pela internet também pode ser uma destas atividades.
"Os resultados do estudo são encorajadores, as tecnologias que estão surgindo podem ter efeitos fisiológicos e benefícios potenciais para adultos de meia-idade ou mais velhos", diz o professor Gary Small, que liderou a pesquisa.
"As buscas na internet envolvem uma complicada atividade cerebral, que pode ajudar a exercitar o cérebro e melhorar as funções cerebrais", acrescenta Small.
O estudo foi publicado na revista American Journal of Geriatric Psychiatry.
Exames
Os cientistas trabalharam com 24 voluntários com idades entre 55 e 76 anos. Metade era formada por usuários experientes da internet. Cada voluntário teve o cérebro examinado enquanto fazia buscas na internet e lia livros.
Os dois tipos de tarefas deram provas de uma atividade significativa em regiões do cérebro que controlam linguagem, leitura, memória e habilidades visuais.
No entanto, a busca na internet produziu atividade adicional em áreas separadas do cérebro, que controlam a tomada de decisões e raciocínos complexos, mas apenas nos voluntários que eram usuários experientes da internet.
Segundo os pesquisadores, comparando com a simples leitura, as múltiplas escolhas da internet exigem que as pessoas tomem decisões a respeito do que clicar para conseguir informações relevantes.
Os cientistas sugeriram, porém, que os usuários inexperientes da rede não conseguiram compreender bem as estratégias necessárias para uma busca bem-sucedida.
"Uma tarefa simples, cotidiana, como fazer buscas na internet, parece intensificar os circuitos cerebrais nos adultos mais velhos, demonstrando que nosso cérebro pode continuar a aprender à medida que envelhecemos", afirma Small.
"Essas descobertas fascinantes se somam a pesquisas anteriores e sugerem que pessoas de meia-idade ou mais velhas podem reduzir o risco de sofrer de demência ao praticar regularmente atividades cerebrais estimulantes", diz Rebecca Wood, diretora-executiva da organização Alzheimer''s Research Trust.
"Interação social frequente, prática regular de exercícios e a manutenção de uma dieta balanceada também podem reduzir o risco de demência", acrescenta Wood.
No entanto, para Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer's Society, "ainda há poucas evidências de que manter o cérebro ativo por meio de palavras-cruzadas, jogos e outras atividades" pode reduzir o risco de demência.
BBC Brasil
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Efeitos da INTERNET (interessante)
Qual sua opinião? Comente!
Terça, 23 de setembro de 2008, 10h31
A tecnologia emburrece ou liberta nossas mentes?
Damon Darlin
Todo mundo tem comentado muito um artigo publicado pela revista Atlantic e intitulado o Google está nos tornando estúpidos?. E pelo menos certa proporção das pessoas que participam da discussão parece ter lido o artigo de 4.175 palavras, escrito por Nicholas Carr. Para ajudá-los a poupar seu tempo, minha idéia inicial era oferecer uma versão sucinta do que ele propõe, em um resumo de cerca de 100 palavras. Mas o mundo oferece distrações demais, e talvez meus leitores não tenham tempo para um resumo tão extenso. Por isso, lá vai uma interpretação ainda mais curta, em formato Twitter. (O Twitter é uma versão em altíssima velocidade dos blogs tradicionais, no qual os usuários escrevem sobre suas vidas em posts de 140 caracteres ou menos, incluindo espaços e pontuação.
O Google impossibilita leitura profunda. A mídia muda. A fiação do cérebro também. Computadores pensam por nós, e nossa inteligência se vai. Caso você tenha conseguido transpor esse complexo texto, é possível que tenha chegado à conclusão de que o Twitter, e não o Google, é o inimigo do progresso intelectual humano.
Com o Twitter, as pessoas interessadas assinam para ler os "tweets" (pios) de outros usuários. Os escritores que conseguem tornar interessantes os detalhes de suas vidas cotidianas atraem grandes audiências. Diversos serviços foram criados para competir com o Twitter. Outros surgiram para ajudar as pessoas a administrar o prodigioso fluxo de informação advindo dos usuários do Twitter.
Existe até mesmo uma versão, o Yammer, para uso no interior de empresas. Você acompanha as frases curtas de outros funcionários. ("Reunião semanal. Bolinho bom. Por que todo mundo está de cáqui? Favor apresentar relatórios TPS no prazo".) Como se já não tivéssemos o bastante para nos distrair em nossos locais de trabalho, em meio a reuniões, telefonemas, mensagens instantâneas, mensagens de e-mail e todas aquelas buscas que precisamos fazer no Google.
Se as pessoas questionam os benefícios do Google, que em larga medida nos libertou de atividades entediantes referentes à busca de informações, há hostilidade aberta contra uma ferramenta que condensa as vidas de seus usuários ao tamanho de um haicai.
Jack Dorsey, co-fundador do Twitter, foi questionado pela revista Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) - por meio de mensagem no Twiter, claro - sobre os motivos para que as pessoas que não conhecem o Twitter demonstrem "incompreensão ou raiva" quando informadas sobre o serviço. A resposta dele foi curta e insatisfatória: "As pessoas precisam descobrir o valor por si. Ainda mais c/ algo simples e sutil como o Twitter. Ele é o que você faz dele".
É difícil pensar em uma tecnologia que não tenha causado medo ao ser introduzida inicialmente. Em seu artigo para a Atlantic, Carr diz que Sócrates temia o impacto da escrita sobre a capacidade de pensar do homem. O advento da impressão mecanizada despertou temores semelhantes. E não seria a última vez que isso aconteceria.
Quando a Hewlett-Packard inventou a HP-35, a primeira calculadora científica portátil, em 1972, houve cursos de engenharia que proibiram seu uso em sala de aula. Os professores temiam que os alunos viessem a empregar as calculadoras como muletas, e que eles não mais seriam capazes de compreender as relações expressas por uma equação escrita ou pelo uso de réguas de cálculo, que na opinião daqueles professores aparentemente exerciam algum efeito misterioso sobre o pensamento científico proficiente.
Mas a HP-35 não resultou em degradação das capacidades científicas de parte daqueles que passaram a utilizá-la. De fato, nos últimos 36 anos, foram exatamente esses os engenheiros que nos trouxeram os iPods, celulares, televisores de alta definição e, é bom não esquecer, serviços como o Google e o Twitter. A nova ferramenta libertava os engenheiros de perder tempo com tarefas braçais ou repetitivas, e permitia que passassem mais tempo exercitando a criatividade.
Muitos avanços tecnológicos têm efeito semelhante. Tomem como exemplo o software usado para calcular e declarar impostos. O tedioso trabalho requerido para preencher uma declaração de impostos já não requer diversas noites de dedicação, mas apenas algumas horas. Isso nos oferece mais tempo para que nos dediquemos a atividades mais produtivas.
Mas para cada nova tecnologia que nos permite uma nova produtividade, não param de surgir outras que exigem mais e mais de nosso tempo. Esse é um dos aspectos dialéticos dominantes de nossa era. Com seus mapas e seu acesso à Internet, o iPhone permite que economizemos tempo. Mas com os jogos que podemos baixar para ele, estamos também carregando um console de videogame no bolso, agora.
E a proporção de tecnologias que resultam em perda de tempo pode subir, com relação às tecnologias que nos ajudam a poupar tempo. Em uma sociedade cuja base econômica é o conhecimento, e na qual o conhecimento é essencialmente gratuito, a atenção se torna uma mercadoria valiosa.
As empresas concorrem pela atenção dos usuários, um fato de mensuração de audiência que surgiu apenas na era do boom da Internet, e para isso precisa apresentar serviços e sites "grudentos", mais um termo interessante surgido na mesma era. Não somos pagos pela atenção que dedicamos a um veículo de mídia ou site, mas somos recompensados por ela com ainda mais distrações e com ainda mais produtos que requerem, ou até mesmo exigem, nossa atenção.
A suposição pessimista de que novas tecnologias de alguma estranha maneira tornarão nossas vidas piores talvez seja uma função da ocupação ou do treinamento profissional da pessoa que a propõe. O futurista Paul Saffo diz que é possível dividir o mundo da tecnologia em dois tipos diferentes de profissionais: os engenheiros e os cientistas naturais. Ele afirma que a visão de mundo do engenheiro é naturalmente otimista. Todos os problemas podem ser resolvidos se você dispuser das ferramentas certas e de tempo suficiente, e se puder apresentar as questões corretas. Outras pessoas, que podem dispor de formação científica equivalente, vêem a ordem natural do mundo em termos de entropia, declínio e morte.
E essas pessoas não estão necessariamente erradas. No entanto, o ponto de vista adotado pelos engenheiros prefere depositar confiança na capacidade humana de melhorar. Certamente houve momentos em que esse tipo de pensamento apresentou resultados claramente horrorosos -música atonal ou gastronomia molecular. Mas ao longo do curso da história humana, a escrita, a impressão, a computação e o Google na verdade só facilitaram o pensamento e a comunicação.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
Terça, 23 de setembro de 2008, 10h31
A tecnologia emburrece ou liberta nossas mentes?
Damon Darlin
Todo mundo tem comentado muito um artigo publicado pela revista Atlantic e intitulado o Google está nos tornando estúpidos?. E pelo menos certa proporção das pessoas que participam da discussão parece ter lido o artigo de 4.175 palavras, escrito por Nicholas Carr. Para ajudá-los a poupar seu tempo, minha idéia inicial era oferecer uma versão sucinta do que ele propõe, em um resumo de cerca de 100 palavras. Mas o mundo oferece distrações demais, e talvez meus leitores não tenham tempo para um resumo tão extenso. Por isso, lá vai uma interpretação ainda mais curta, em formato Twitter. (O Twitter é uma versão em altíssima velocidade dos blogs tradicionais, no qual os usuários escrevem sobre suas vidas em posts de 140 caracteres ou menos, incluindo espaços e pontuação.
O Google impossibilita leitura profunda. A mídia muda. A fiação do cérebro também. Computadores pensam por nós, e nossa inteligência se vai. Caso você tenha conseguido transpor esse complexo texto, é possível que tenha chegado à conclusão de que o Twitter, e não o Google, é o inimigo do progresso intelectual humano.
Com o Twitter, as pessoas interessadas assinam para ler os "tweets" (pios) de outros usuários. Os escritores que conseguem tornar interessantes os detalhes de suas vidas cotidianas atraem grandes audiências. Diversos serviços foram criados para competir com o Twitter. Outros surgiram para ajudar as pessoas a administrar o prodigioso fluxo de informação advindo dos usuários do Twitter.
Existe até mesmo uma versão, o Yammer, para uso no interior de empresas. Você acompanha as frases curtas de outros funcionários. ("Reunião semanal. Bolinho bom. Por que todo mundo está de cáqui? Favor apresentar relatórios TPS no prazo".) Como se já não tivéssemos o bastante para nos distrair em nossos locais de trabalho, em meio a reuniões, telefonemas, mensagens instantâneas, mensagens de e-mail e todas aquelas buscas que precisamos fazer no Google.
Se as pessoas questionam os benefícios do Google, que em larga medida nos libertou de atividades entediantes referentes à busca de informações, há hostilidade aberta contra uma ferramenta que condensa as vidas de seus usuários ao tamanho de um haicai.
Jack Dorsey, co-fundador do Twitter, foi questionado pela revista Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) - por meio de mensagem no Twiter, claro - sobre os motivos para que as pessoas que não conhecem o Twitter demonstrem "incompreensão ou raiva" quando informadas sobre o serviço. A resposta dele foi curta e insatisfatória: "As pessoas precisam descobrir o valor por si. Ainda mais c/ algo simples e sutil como o Twitter. Ele é o que você faz dele".
É difícil pensar em uma tecnologia que não tenha causado medo ao ser introduzida inicialmente. Em seu artigo para a Atlantic, Carr diz que Sócrates temia o impacto da escrita sobre a capacidade de pensar do homem. O advento da impressão mecanizada despertou temores semelhantes. E não seria a última vez que isso aconteceria.
Quando a Hewlett-Packard inventou a HP-35, a primeira calculadora científica portátil, em 1972, houve cursos de engenharia que proibiram seu uso em sala de aula. Os professores temiam que os alunos viessem a empregar as calculadoras como muletas, e que eles não mais seriam capazes de compreender as relações expressas por uma equação escrita ou pelo uso de réguas de cálculo, que na opinião daqueles professores aparentemente exerciam algum efeito misterioso sobre o pensamento científico proficiente.
Mas a HP-35 não resultou em degradação das capacidades científicas de parte daqueles que passaram a utilizá-la. De fato, nos últimos 36 anos, foram exatamente esses os engenheiros que nos trouxeram os iPods, celulares, televisores de alta definição e, é bom não esquecer, serviços como o Google e o Twitter. A nova ferramenta libertava os engenheiros de perder tempo com tarefas braçais ou repetitivas, e permitia que passassem mais tempo exercitando a criatividade.
Muitos avanços tecnológicos têm efeito semelhante. Tomem como exemplo o software usado para calcular e declarar impostos. O tedioso trabalho requerido para preencher uma declaração de impostos já não requer diversas noites de dedicação, mas apenas algumas horas. Isso nos oferece mais tempo para que nos dediquemos a atividades mais produtivas.
Mas para cada nova tecnologia que nos permite uma nova produtividade, não param de surgir outras que exigem mais e mais de nosso tempo. Esse é um dos aspectos dialéticos dominantes de nossa era. Com seus mapas e seu acesso à Internet, o iPhone permite que economizemos tempo. Mas com os jogos que podemos baixar para ele, estamos também carregando um console de videogame no bolso, agora.
E a proporção de tecnologias que resultam em perda de tempo pode subir, com relação às tecnologias que nos ajudam a poupar tempo. Em uma sociedade cuja base econômica é o conhecimento, e na qual o conhecimento é essencialmente gratuito, a atenção se torna uma mercadoria valiosa.
As empresas concorrem pela atenção dos usuários, um fato de mensuração de audiência que surgiu apenas na era do boom da Internet, e para isso precisa apresentar serviços e sites "grudentos", mais um termo interessante surgido na mesma era. Não somos pagos pela atenção que dedicamos a um veículo de mídia ou site, mas somos recompensados por ela com ainda mais distrações e com ainda mais produtos que requerem, ou até mesmo exigem, nossa atenção.
A suposição pessimista de que novas tecnologias de alguma estranha maneira tornarão nossas vidas piores talvez seja uma função da ocupação ou do treinamento profissional da pessoa que a propõe. O futurista Paul Saffo diz que é possível dividir o mundo da tecnologia em dois tipos diferentes de profissionais: os engenheiros e os cientistas naturais. Ele afirma que a visão de mundo do engenheiro é naturalmente otimista. Todos os problemas podem ser resolvidos se você dispuser das ferramentas certas e de tempo suficiente, e se puder apresentar as questões corretas. Outras pessoas, que podem dispor de formação científica equivalente, vêem a ordem natural do mundo em termos de entropia, declínio e morte.
E essas pessoas não estão necessariamente erradas. No entanto, o ponto de vista adotado pelos engenheiros prefere depositar confiança na capacidade humana de melhorar. Certamente houve momentos em que esse tipo de pensamento apresentou resultados claramente horrorosos -música atonal ou gastronomia molecular. Mas ao longo do curso da história humana, a escrita, a impressão, a computação e o Google na verdade só facilitaram o pensamento e a comunicação.
Tradução: Paulo Migliacci ME
The New York Times
domingo, 21 de setembro de 2008
DIA DA ÁRVORE - 21 de setembro
PLANTAR ÁRVORES é uma atitude que todos podem ter
Para quem já passou dos 30 anos, comemorar o Dia da Árvore remete aos bons tempos de escola, a lembranças de uma época em que a data era tema de prova e festejada com brincadeiras fora da sala de aula. Hoje, mais do que uma data a ser decorada pelos alunos, o dia 21 de setembro passou a ser usado como alerta à preservação ambiental
Muitas empresas, aliás, aproveitam o dia para lançar campanhas. Neste domingo, a concessionária NovaDutra, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, irá distribuir mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para quem passar pelos pedágios de Moreira César, em Pindamonhangaba (SP), e de Itatiaia (RJ), localizados na Rodovia Dutra.
Segundo a assessoria da NovaDutra, a previsão é de que sejam distribuídas 16 mil mudas - sendo 4 mil de ipê-roxo-de-bola, 4 mil de ipê-amarelo, 4 mil de pau-viola e 4 mil de ingá quatro quinas.
A iniciativa simbólica agrada aos especialistas. "Essa ação contribui com a formação da consciência do meio ambiente", acredita Antonio Carlos Humml, diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Por outro lado, Nilson Máximo, coordenador de Fomento Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, dá dois conselhos a quem irá aproveitar o presente para finalmente plantar uma árvore. "Primeiro, a pessoa tem que pensar onde plantar essa muda e, depois, avaliar com cuidado essa área para o plantio", afirma.
Se sua preocupação é colaborar com a arborização municipal, por exemplo, é fundamental entrar em contato com a Prefeitura da cidade para se informar sobre regras de plantio em calçadas, praças e parques públicos. E mesmo que você tenha um belo quintal, pedir orientação a um especialista pode evitar alguns transtornos. "O ideal é procurar um paisagista, engenheiro agrônomo ou florestal", aconselha Gustavo Habermann, professor de Fisiologia Vegetal do Departamento de Botânica da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Rio Claro.
Sim, fazer o bem para o Planeta dá trabalho. Mas, nem de longe, isso pode ser visto como empecilho. Afinal, imagine o impacto na qualidade de vida e no meio ambiente, se cada um de nós conseguisse plantar uma única árvore. O diretor do Ibama, Antonio Carlos Humml, esclarece que, além dos frutos e da sombra, a presença das plantas oferece muitos outros benefícios indiretos. O especialista enumera: as árvores capturam o CO2 do ar para fazer a fotossíntese (contribuindo para poupar a camada de ozônio), regulamentam o ciclo das chuvas e diminuem a erosão.
Plante uma árvore na sua casa
Nilson Máximo, coordenador de Fomento Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, dá dicas de como proceder ao plantar uma árvore no quintal ou jardim. Confira o passo-a-passo:
1. Identifique se o espaço para o plantio da muda é adequado. Para isso, você deve conhecer a árvore adulta (o seu tamanho e as suas necessidades)ou pedir a ajuda de um especialista.
2. Confira o manual hidráulico e elétrico da sua casa para descartar a existência de canos e fios embaixo da área escolhida para o plantio
3. A cova para inserir a muda na terra deve ter 30cm de largura e profundidade
4. Adube com produtos encontrados em supermercado ou em floricultura; restos de hortaliça, cascas de frutas e de ovos também podem ser usados
5. Faça a irrigação de duas a três vezes por semana. O período mais indicado para o plantio é a partir da metade da primavera, por conta das chuvas
Redação Terra
Para quem já passou dos 30 anos, comemorar o Dia da Árvore remete aos bons tempos de escola, a lembranças de uma época em que a data era tema de prova e festejada com brincadeiras fora da sala de aula. Hoje, mais do que uma data a ser decorada pelos alunos, o dia 21 de setembro passou a ser usado como alerta à preservação ambiental
Muitas empresas, aliás, aproveitam o dia para lançar campanhas. Neste domingo, a concessionária NovaDutra, em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, irá distribuir mudas de árvores nativas da Mata Atlântica para quem passar pelos pedágios de Moreira César, em Pindamonhangaba (SP), e de Itatiaia (RJ), localizados na Rodovia Dutra.
Segundo a assessoria da NovaDutra, a previsão é de que sejam distribuídas 16 mil mudas - sendo 4 mil de ipê-roxo-de-bola, 4 mil de ipê-amarelo, 4 mil de pau-viola e 4 mil de ingá quatro quinas.
A iniciativa simbólica agrada aos especialistas. "Essa ação contribui com a formação da consciência do meio ambiente", acredita Antonio Carlos Humml, diretor de Uso Sustentável da Biodiversidade e Florestas do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Por outro lado, Nilson Máximo, coordenador de Fomento Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, dá dois conselhos a quem irá aproveitar o presente para finalmente plantar uma árvore. "Primeiro, a pessoa tem que pensar onde plantar essa muda e, depois, avaliar com cuidado essa área para o plantio", afirma.
Se sua preocupação é colaborar com a arborização municipal, por exemplo, é fundamental entrar em contato com a Prefeitura da cidade para se informar sobre regras de plantio em calçadas, praças e parques públicos. E mesmo que você tenha um belo quintal, pedir orientação a um especialista pode evitar alguns transtornos. "O ideal é procurar um paisagista, engenheiro agrônomo ou florestal", aconselha Gustavo Habermann, professor de Fisiologia Vegetal do Departamento de Botânica da Unesp (Universidade Estadual Paulista), em Rio Claro.
Sim, fazer o bem para o Planeta dá trabalho. Mas, nem de longe, isso pode ser visto como empecilho. Afinal, imagine o impacto na qualidade de vida e no meio ambiente, se cada um de nós conseguisse plantar uma única árvore. O diretor do Ibama, Antonio Carlos Humml, esclarece que, além dos frutos e da sombra, a presença das plantas oferece muitos outros benefícios indiretos. O especialista enumera: as árvores capturam o CO2 do ar para fazer a fotossíntese (contribuindo para poupar a camada de ozônio), regulamentam o ciclo das chuvas e diminuem a erosão.
Plante uma árvore na sua casa
Nilson Máximo, coordenador de Fomento Florestal da Fundação SOS Mata Atlântica, dá dicas de como proceder ao plantar uma árvore no quintal ou jardim. Confira o passo-a-passo:
1. Identifique se o espaço para o plantio da muda é adequado. Para isso, você deve conhecer a árvore adulta (o seu tamanho e as suas necessidades)ou pedir a ajuda de um especialista.
2. Confira o manual hidráulico e elétrico da sua casa para descartar a existência de canos e fios embaixo da área escolhida para o plantio
3. A cova para inserir a muda na terra deve ter 30cm de largura e profundidade
4. Adube com produtos encontrados em supermercado ou em floricultura; restos de hortaliça, cascas de frutas e de ovos também podem ser usados
5. Faça a irrigação de duas a três vezes por semana. O período mais indicado para o plantio é a partir da metade da primavera, por conta das chuvas
Redação Terra
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Sobre NAVEGADOR
Um caminho de fácil entendimento para quem quer aprender
sobre os diversos termos usados para navegação na internet é acessar
a enciclopédia Wikipedia.
O endereço é http://www.wikipedia.org, bastando procurar por "Navegador".
O texto, de fácil entendimento, tem vários links
e pode ajudar quem está procurando se familiarizar com os termos utilizados
na informática.
Espero que seja útil.
sobre os diversos termos usados para navegação na internet é acessar
a enciclopédia Wikipedia.
O endereço é http://www.wikipedia.org, bastando procurar por "Navegador".
O texto, de fácil entendimento, tem vários links
e pode ajudar quem está procurando se familiarizar com os termos utilizados
na informática.
Espero que seja útil.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
A "síndrome da visão do computador"
SÍNDROME DA VISÃO DO COMPUTADOR
Sintomas como queimação, ardência e fotofobia são comuns em quem apresenta a doença.
Uma dorzinha de cabeça que não passa, acompanhada de ardência, vermelhidão e queimação nos olhos. Se isso se segue a horas prolongadas em frente ao computador, as chances de você estar sendo acometido pela "síndrome da visão do computador" são grandes.
Apesar de não ser reconhecida do ponto de vista científico, a doença atinge um número significativo de pessoas que trabalham diariamente em frente ao computador. "Uma síndrome tem o caso clínico bem estabelecido. Essa doença é uma somatória de diversos casos", comenta Paulo Augusto de Arruda Mello, oftalmologista coordenador da Comissão de Ensino da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
Em alguns casos, pessoas que precisam de pouco esforço visual (óculos com grau baixo) e não usam óculos ou lentes de contato durante o uso contínuo do computador podem desenvolver os sintomas da doença com o passar do tempo.
Entre os sinais da doença, está o cansaço causado pelo esforço contínuo. "Esse cansaço é semelhante à leitura prolongada de um livro. Nos dois casos, a pessoa precisa fixar os olhos em um mesmo ponto por muito tempo. Isso causa fadiga no mecanismo de acomodação dos olhos, que é o mecanismo do foco", explica Eduardo Salvia de Lucca, oftalmologista do Instituto de Moléstias Oculares.
Com o esforço em frente à tela do monitor, a freqüência do número de piscadas por segundo diminui a lubrificação dos olhos. "Piscando menos, o indivíduo não tem uma boa lubrificação. A lágrima fica alterada na quantidade ou na qualidade", explica Paulo Mello. Ressecados, os olhos podem passar a arder e coçar. "Ninguém, nem mesmo pessoas com alergias, deve coçar os olhos. Isso pode lesar seriamente a córnea", explica.
Somados à diminuição da freqüência de piscadas por segundo e ao cansaço dos olhos, fatores como ar-condicionado e postura incorreta ajudam na manifestação da doença. "O agente causal da doença não é o computador, ele só faz com que ela se manifeste", finaliza Paulo Mello. O médico lembra ainda que a mesma doença pode aparecer em adolescentes que passam horas jogando video-game ou mesmo em quem fica horas em frente à TV, sem intervalos.
Sintomas e Sinais
- Ardência
- Dor de cabeça
- Fotofobia (aversão à luz)
- Lacrimejamento
- Olhos vermelhos
- Queda da pálpebra
- Queimação
- Sensação de areia nos olhos
- Sensação de cansaço ao final do dia
Como prevenir
- Faça um descanso de 10 minutos a cada uma hora de trabalho.
- Evite colocar o monitor em uma disposição que alguma janela fique de frente para seu olhar.
- Use o monitor do computador abaixo da linha do horizonte de visão.
- Pessoas com predisposição devem usar lágrimas artificiais (colírios) ou umidificar o ambiente.
- Mantenha uma distância de 60cm da tela do monitor.
- O uso de lentes de contato pede lubrificação extra dos olhos.
Redação Terra
Sintomas como queimação, ardência e fotofobia são comuns em quem apresenta a doença.
Uma dorzinha de cabeça que não passa, acompanhada de ardência, vermelhidão e queimação nos olhos. Se isso se segue a horas prolongadas em frente ao computador, as chances de você estar sendo acometido pela "síndrome da visão do computador" são grandes.
Apesar de não ser reconhecida do ponto de vista científico, a doença atinge um número significativo de pessoas que trabalham diariamente em frente ao computador. "Uma síndrome tem o caso clínico bem estabelecido. Essa doença é uma somatória de diversos casos", comenta Paulo Augusto de Arruda Mello, oftalmologista coordenador da Comissão de Ensino da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
Em alguns casos, pessoas que precisam de pouco esforço visual (óculos com grau baixo) e não usam óculos ou lentes de contato durante o uso contínuo do computador podem desenvolver os sintomas da doença com o passar do tempo.
Entre os sinais da doença, está o cansaço causado pelo esforço contínuo. "Esse cansaço é semelhante à leitura prolongada de um livro. Nos dois casos, a pessoa precisa fixar os olhos em um mesmo ponto por muito tempo. Isso causa fadiga no mecanismo de acomodação dos olhos, que é o mecanismo do foco", explica Eduardo Salvia de Lucca, oftalmologista do Instituto de Moléstias Oculares.
Com o esforço em frente à tela do monitor, a freqüência do número de piscadas por segundo diminui a lubrificação dos olhos. "Piscando menos, o indivíduo não tem uma boa lubrificação. A lágrima fica alterada na quantidade ou na qualidade", explica Paulo Mello. Ressecados, os olhos podem passar a arder e coçar. "Ninguém, nem mesmo pessoas com alergias, deve coçar os olhos. Isso pode lesar seriamente a córnea", explica.
Somados à diminuição da freqüência de piscadas por segundo e ao cansaço dos olhos, fatores como ar-condicionado e postura incorreta ajudam na manifestação da doença. "O agente causal da doença não é o computador, ele só faz com que ela se manifeste", finaliza Paulo Mello. O médico lembra ainda que a mesma doença pode aparecer em adolescentes que passam horas jogando video-game ou mesmo em quem fica horas em frente à TV, sem intervalos.
Sintomas e Sinais
- Ardência
- Dor de cabeça
- Fotofobia (aversão à luz)
- Lacrimejamento
- Olhos vermelhos
- Queda da pálpebra
- Queimação
- Sensação de areia nos olhos
- Sensação de cansaço ao final do dia
Como prevenir
- Faça um descanso de 10 minutos a cada uma hora de trabalho.
- Evite colocar o monitor em uma disposição que alguma janela fique de frente para seu olhar.
- Use o monitor do computador abaixo da linha do horizonte de visão.
- Pessoas com predisposição devem usar lágrimas artificiais (colírios) ou umidificar o ambiente.
- Mantenha uma distância de 60cm da tela do monitor.
- O uso de lentes de contato pede lubrificação extra dos olhos.
Redação Terra
domingo, 24 de agosto de 2008
Writer
Muito boa a dica das nossas tutoras, Sirlei e Silvana, sobre o Br Office
Writer. Dessa forma bastante didática, acho que posso aprender .
Writer. Dessa forma bastante didática, acho que posso aprender .
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