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sábado, 4 de julho de 2009

PROJETO ÁGUA



Trabalho realizado por alunos da oitava série do Ensino Fundamental


A água foi o tema central.



Foi utilizado o Laboratório de Informática, para pesquisa na internet e registro das observações e consultas. No Laboratório de Ciências, foram apresentados os resultados das pesquisas, acompanhados de cartazes, desenhos e, principalmente, de demonstrações práticas e maquetes, o que enriqueceu muito o trabalho. Os alunos também realizaram consultas em livros da biblioteca da escola. Todos os alunos estiveram envolvidos e as atividades ocorreram conforme planejadas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Projeto de Blog Participativo

PROJETO DE BLOG PARTICIPATIVO


1. IDENTIFICAÇÃO

Alunos de uma turma de oitava série, coordenados pela professora.

2. PROJETO

Blog comunitário (colaborativo) utilizando uma mescla das teorias de aprendizagem e os conhecimentos da área de Ciências.


3. PÚBLICO-ALVO

Alunos da escola, estudantes de ensino fundamental, pais, professores e demais componentes da comunidade escolar.

4. OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS

Os objetivos gerais são proporcionar aos alunos a oportunidade de acessar uma nova ferramenta de ensino e aprendizagem.
Como objetivos específicos, aprofundar os conhecimentos na disciplina de Ciências, indicando textos complementares, bibliografia e sites direcionados aos assuntos escolhidos por alunos e professora. Alem disso, permitir aos alunos brincarem através de jogos, interagirem com os colegas, manifestando-se e dando sugestões.

5. METODOLOGIAS
Os conteúdos trabalhados serão os constantes nos componentes curriculares oficiais, além de assuntos relacionados ao ambiente (problemas e cuidados), saúde e cidadania. Serão indicados sites com os conteúdos e curiosidades, além de jogos para exercitar o raciocínio. Os conteúdos serão introduzidos e trabalhados com brincadeiras, jogos pedagógicos, vídeos, imagens, músicas e dicas.

6. CRONOGRAMA
O blog deverá ser atualizado semanalmente, ou sempre que os alunos considerarem necessário.

7. RECURSOS
Como a escola possui computadores com acesso à internet disponível, os blogs serão elaborados e atualizados pelos alunos no Labin da escola e em suas residências.

8. AVALIAÇÃO
A avaliação da eficiência e alcance dos blogs será feita pela professora responsável, através do número e freqüência de acessos, das mensagens recebidas e de enquete disponível.
Quando os alunos mostrarem disponibilidade e interesse, o blog será atualizado, configurado, editado e/ou terá as alterações decididas pelas turmas.

terça-feira, 30 de junho de 2009

O plágio na web é livre?

Editor da revista Wired "plagia" Wikipédia em seu novo livro

Até que ponto a internet é livre?
Chris Anderson, editor da famosa revista Wired e autor do livro A Cauda Longa, acabou trazendo à tona essa questão ao copiar fielmente alguns trechos de artigos publicados na Wikipédia em seu mais novo livro, Free. Entratanto, Anderson não deu o devido crédito à enciclopédia online.


O fato foi descoberto pelo site The Virginian Quarterly Review, que leu o livro para entrevistar Anderson e descobriu que "aproximadamente uma dúzia de trechos eram reproduzidos quase que literalmente e sem crédito". Após uma pesquisa na rede, foi descoberto que quase todas haviam sido reproduzidas da enciclopédia pública da internet, a Wikipédia.

Em resposta ao The Virginian Quarterly Review, Anderson explicou que esses trechos foram inseridos de última hora no texto. Como, segundo Anderson, dar crédito a citações online é complicado, ele resolveu simplesmente reescrever os trechos mas, na pressa, "se esqueceu" de alguns.

O autor, entretanto, se responsabilizou inteiramente pelo fato. "Todos esses erros são meus¿ Eu deveria ter mais cuidado ao me certificar que todos os citados por esse texto teriam suas fontes esclarecidas", disse Anderson ao site Switched.

Apesar de popular, a Wikipédia não é vista como um canal confiável de informações e, mesmo possuindo artigos e verbetes inexistentes em outras enciclopédias, é mal vista por profissionais do ramo de notícias e de educação.

Chris Dannen, do site Fast Company, se mostrou mais preocupado com o fato de Anderson ter usado a Wikipédia como fonte do que pelo plágio em si. "Nem mesmo trabalhos de escola do ensino médio deveriam citar informações desse site", e recomenda também que o autor procure utilizar fontes mais confiáveis, como o Dicionário Oxford.

O livro Free chega às lojas em 7 de julho.

Geek

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Computadores X Gasto de papel

Junho de 2009

Leitores eletrônicos são mais "verdes" do que livros de papel?
Aparelhos não derrubam árvores, mas consomem energia e produzem lixo
Paula Sato (novaescola@atleitor.com.br)


Leitor de e-books Amazon Kindle 2. Foto: Divulgação.Em 2009, nada de celulares tecnológicos, GPS ou laptops. O gadget mais falado do ano foi o leitor eletrônico de livros, também chamado de e-book reader. A novidade ainda não chegou ao Brasil, mas nos Estados Unidos virou febre. O princípio desse aparelho é simples. Em uma tela do tamanho de um livro de bolso, o usuário pode fazer o download e ler qualquer um dos mais de 125.000 títulos disponíveis para a compra virtual. Muito mais leve, fácil de carregar e ainda com memória capaz de armazenar 200 obras, parece uma ótima opção. Mas um dos maiores apelos do gadget é abolir o uso de papel e a consequente derrubada de árvores. Porém, não demorou muito para que surgisse a polêmica: será que é mesmo melhor para o meio ambiente usar leitores eletrônicos em vez de gastar papel?

Mais sobre eletrônicos

Reportagens

Como é feita a reciclagem de computadores?
Para ler e entender videogames
Planos de aula

E-paper, boa notícia para as árvores
Como funciona a memória flash
Sobre parafernálias e modismos
Visões do nanomundo
Para entender a questão, é preciso pensar sobre o que acontece durante a produção de um livro. Para conseguir papel, a indústria retira celulose da madeira e, durante o processo de produção, gasta muita água e energia elétrica, além de serem usados substâncias químicas poluidoras. "A fabricação de papel tem um impacto muito grande ao meio ambiente. Muitas empresas usam madeira não certificada ou têm plantações em área que não é adequada", explica Wilson Shoji, coordenador do curso de Gestão Ambiental da Universidade Anhembi-Morumbi. Porém, o professor lembra que, ao mesmo tempo, para se fabricar um aparelho eletrônico também há impacto para a natureza e, pior, a utilização desses equipamentos ainda demanda grandes gastos de energia elétrica. "No fim da vida, os computadores viram lixo eletrônico, com algumas partes que não são recicladas, e vão degradar o ambiente", afirma Wilson Shoji.

Ainda não existem estudos que comparem os níveis de emissão de carbono envolvidos em toda a produção e utilização de livros tradicionais e leitores eletrônicos. Porém, outra discussão que se levanta é sobre a durabilidade de cada produto. Um computador tem vida útil de cerca de cinco anos e, segundo uma pesquisa do Instituto Nacional para Padrões e Tecnologia (Nist) dos Estados Unidos, um CD ou DVD, mesmo sob as condições ideais de conservação, não dura mais que algumas décadas. "Existem livros de papel que datam de cinco mil anos atrás. Um aparelho eletrônico nunca resistiria tanto e logo viraria lixo. E mesmo que o livro não seja mais utilizado, o papel ainda pode ser completamente reciclado. Ou seja, a longo prazo, pode haver menos lixo", diz Wilson Shoji. Apesar de não poder oferecer uma conclusão final sobre qual dos meios é melhor para o meio ambiente, o professor diz que o importante é que a questão venha à tona. "É preciso discutir tudo isso para que as pessoas imbuídas das questões de sustentabilidade possam buscar respostas e soluções", diz.

domingo, 21 de junho de 2009

Retornando

Estou retornando às atualizações deste blog. Você pode comentar,sugerir alterações e postar. Sua participação enriquecerá este espaço.
Seja bem-vindo!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O sinal @

Como o sinal "@" começou a ser usado na informática?Getty Images

Ela está cada vez mais presente em nossos dias. Mas afinal qual é a sua origem?

A arroba é uma unidade de medida de peso usada, no Brasil, para produtos agropecuários - equivale a 15 quilos. Então como ela veio parar no meio de todos os emails que mandamos?

A história vem de longe. A palavra arroba é espanhola, derivada do árabe árabe ar-rubaHa - literalmente, "quarta parte", conta o professor de Língua Latina da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) Bruno Jorge Bergamin.

Mas seu símbolo, @, foi a abreviatura usada pelos monges copistas medievais para a preposição latina AD, que pode indicar o começo de uma ação, ou direcionalidade. Algo como "para, para a parte de, ao lado de, ao pé de, junto a, em, em casa de". Em inglês, passa a ser a abreviatura de "at", diz o professor, e era usado inicialmente em linguagem comercial. Assim: 50@2£ seria "50 a 2 libras cada um".

Citando o dicionarista Antônio Houaiss, Bergamin conta que o pulo para a informática se deu em 1971, quando o engenheiro norte-americano Ray Tomlinson usou o símbolo para identificar um usuário de determinada máquina. Ou seja: paul@saturn significaria paul at saturn, ou, em português, paul na saturn.

Mas se parece engraçado, em português, usar nos e-mails uma palavra que descreve o peso de um boi, você não viu nada. Segundo o professor Bergamin, na Itália se lê "chiocciola", que significa "caramujinho" - referência ao visual do @. Parece, né?

sábado, 29 de novembro de 2008

Celular e Internet reforçam laços familiares

O uso intensivo de tecnologia pelas famílias está originando novos laços afetivos, impulsionados por celulares, computadores compartilhados e laptops e reforçando o relacionamento familiar. A forte presença da tecnologia no dia a dia destas famílias faz com que seus integrantes tenham novas maneiras de interagir. Os dados são de um estudo da Pew Internet & American Life Project chamada "Networked Families", divulgado neste domingo.

"A Internet e os telefones celulares vêm se tornado componentes centrais da moderna vida em família. Entre todos os tipos de grupos familiares, a família nuclear tradicional tem o mais alto índice de uso e posse da tecnologia", diz o site da organização.

A pesquisa aponta que as famílias constituídas por um casal e filhos menores de 18 anos são as mais propensas a ter e usar celulares e Internet. O estudo indica, por exemplo, que 89% dessas famílias têm mais de um celular, sendo que 47% têm três ou mais dispositivos móveis. E entre as crianças dessas famílias, com idades entre 7 e 17 anos, mais da metade (57%) tem seu próprio celular.

A vida em família é afetada por este uso intensivo de tecnologia. Contrariando a noção de que computadores contribuem para o isolamento dos usuários, a pesquisa mostra que muitas destas famílias, além de se manterem em contato com mais freqüência graças ao celular, compartilham o PC para ver conteúdo online juntos - 52% dos entrevistados afirmaram que ficam navegando pela web junto com o parceiro e/ou com os filhos.

Por outro lado, o impacto da tecnologia também se faz sentir sobre as atividades tradicionais. Essas famílias altamente tecnológicas costumam fazer menos refeições juntas, tendem a achar que se divertem menos nas horas livres e, quando estão em casa, diferenciam menos claramente o que é trabalho do que é diversão.

Mesmo assim, 25% dos entrevistados disseram que sua família hoje está mais próxima do que era a família em que cresceram, graças à tecnologia, contra 11% que afirmaram que os membros de sua família são menos próximos uns dos outros em relação à família do passado. Já para 60% dos entrevistados, celulares e Internet não aumentaram nem diminuíram a proximidade de suas famílias.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 de dezembro de 2007 13 de janeiro de 2008 eouviu 2.252 pessoas maiores de 18 anos em todo o país.

Redação Terra

domingo, 16 de novembro de 2008

COMO ENVIAR E_MAILS

OS CHATOS CAEM NA REDE
O incômodo dos e-malas (Fonte: ZERO HORA)

No início, parecia uma maravilha: um e-mail chega instantaneamente, garante a comunicação e pode fazer com que se resolva tudo mais rápido. Então, ele começou a ser muito usado – e mal usado. A ferramenta criada para ganhar tempo passou a consumi-lo, justamente porque todos passaram a achar que não custa nada mandar uma mensagem eletrônica.

– No Brasil, as pessoas passam em média três horas por dia respondendo e-mails – garante o especialista em produtividade Christian Barbosa.

Ele reconhece que o número, apurado em pesquisa feita por sua empresa de gerenciamento do tempo em empresas, pode parecer exagerado, mas garante que essas horas são perdidas sem que os usuários percebam, em pequenas parcelas – cinco minutos aqui respondendo um e-mail, 10 ali entrando num site classificado como “imperdível” por um amigo. Até que, um dia, a pessoa chega de férias, passa uma hora deletando mensagens e percebe que a imensa maioria é bobagem.

– Existem cada vez mais e-malas no mundo, e a tendência é piorar se as empresas não fizerem nada – afirma Barbosa.

Não dá para confiar apenas na etiqueta para reduzir o problema, até porque é uma situação relativamente nova – apenas nos últimos dois anos o uso do computador em residências está se popularizando no Brasil. Mesmo que as pessoas estejam dispostas a serem educadas no uso do e-mail, muitas não sabem as principais normas para não incomodar os conhecidos.

Assim, as companhias devem definir políticas claras para o uso das mensagens, e a redução da chatice deve seguir uma regra pétrea: para receber menos e-mails, mande menos. É possível reduzir em até 20% o número de mensagens com três regras simples – normatizar quem pode ser copiado na mensagem, impedir o envio de qualquer tipo de anúncio e proibir os e-mails urgentes, que podem ser substituídos por telefonemas.

Ao passar seu e-mail, explique se é pessoal ou profissional

Para a especialista em etiqueta Maria Elisabeth Farina Guirao, na esfera pessoal o combate aos e-malas deve começar já na origem. Ao passar o e-mail para alguém, é preciso explicar para que serve aquele endereço: se é profissional, só pode receber conteúdo de trabalho. Se for pessoal, apenas mensagens pessoais, e que não vale repassar correntes ou spams (as mensagens indesejadas, normalmente com anúncios). Mas e quando o amigo não se manca?

– Aí, é preciso dizer claramente: “Por favor, não mande isso” – diz Elisabeth.

E precisa educação também nesse momento, lembra. O melhor é falar pessoalmente – o que é possível, por exemplo, se o e-chato é seu colega de trabalho. Para Elisabeth, falando ao vivo o outro percebe, pela expressão corporal, que aquilo realmente incomoda, fica menos suscetível a achar ruim ou se ofender e, mais importante, provavelmente vai riscar você da lista de destinatários freqüentes.

– Tudo o que se escreve é mais taxativo, então é preciso cuidado ao reclamar. O melhor é fazer um rascunho, salvar e ler depois, antes de mandar. Nunca responda um e-mail irritado – aconselha.

rodrigo.muzell@zerohora.com.br

MAICON BOCK E RODRIGO MÜZELL
As 10 faces de um e-chato
Será que você utiliza bem o seu e-mail? Responda conforme a escala abaixo:

1 Nunca
2 Raramente
3 Às vezes
4 Quase sempre
5 Sempre

( ) Tenho menos de 25 e-mails na minha caixa de entrada atualmente.

( ) Tenho um modelo de organização de pastas eficaz, que me permite localizar qualquer e-mail em menos de três minutos.

( ) Escrevo o assunto do e-mail por último, logo após reler o conteúdo, de forma que sintetize o texto redigido.

( ) Tenho o hábito de, ao ler o e-mail, já tomar alguma ação imediata (responder, apagar) e o remover da caixa de entrada.

( ) Costumo escrever e-mails de forma direta, objetiva e concisa, evito múltiplos assuntos na mesma mensagem.

( ) Nunca respondo com cópia para todos um e-mail que recebo com algum tipo de informação ou convocação.

( ) Evito enviar anexos nas mensagens e, quando necessário, mando com tamanhos reduzidos.

( ) Sempre especifico no e-mail enviado a ação a ser feita pelo destinatário da mensagem, para ele saber o que fazer.

( ) Escrevo e-mails detalhados, para que fique claro o que precisa ser entendido, em vez de escrever e-mails mais curtos e que nem sempre são claros.

Some e veja os resultados:

ATÉ 20 PONTOS = E-MALA
> Você tem hábitos ineficazes para lidar com e-mails. É preciso reservar um tempo para organizar sua caixa de entrada e pedir dicas do seu software de e-mail.
ATÉ 35 PONTOS = RAZOÁVEL
> Você não é “e-mala pleno”. Para não enveredar de vez pelo mau caminho, uma boa estratégia é pensar na sua caixa de entrada como uma lista de coisas a fazer. Com isso, estará sempre com poucas pendências.
ACIMA DE 35 PONTOS = E-SPERTO
> Você está conseguindo lidar bem com suas mensagens. Só que o e-mail é um processo de conscientização. Por isso, ajude os “e-malas” a sua volta a começarem a utilizar melhor o e-mail.
Fonte: Christian Barbosa, diretor-executivo da Tríade do Tempo, empresa de consultoria e tecnologia especializada em gestão do tempo e produtividade empresarial
As 10 faces de um e-chato
> Adora correntes
> Quer que todos vejam o que achou engraçado
> Escreve e-mails muito longos
> Suas mensagens sempre são urgentes
> Não coloca ações concretas no e-mail, enrola
> Envia a todos em cópia aberta (o endereço de todos aparece na mensagem)
> Manda e-mails com apenas uma palavra, por exemplo “ok”
> Coloca um fundo de cor diferente, com bichinhos ou imagens na mensagem
> O assunto do e-mail não tem nada a ver com o conteúdo
> Não se considera um e-mala, mas todos o apontam como tal

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A FOME NO MUNDO

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

'Vou fazer um slideshow para você.
Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.'

Como uma pessoa comentou, é uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar. Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo...

domingo, 2 de novembro de 2008

Mantendo um laboratório de informática escolar com segurança

Para mantermos um laboratório de informática escolar, precisamos ter cuidados maiores do que com o nosso computador pessoal.
Além de ser coordenado por pessoas treinadas e capacitadas, é preciso muita orientação aos alunos, sempre lembrando que o objetivo é o ensino-aprendizagem, utilizando a informática como mais uma ferramenta para isso.

Os alunos devem:
A) aprender a manusear o equipamento com cuidado,
B) aprender como ligar os computadores e o estabilizador de voltagem,
C) desligar os computadores ou desconectar da rede sempre que encerrarem o trabalho,
D) proteger o equipamento com capas, para tentar diminuir os estragos provocados pela maresia e poeira.

A escola deve:
A) escolher um servidor com procedimentos e políticas de segurança,
B) manter programas atualizados, com atualizações automáticas, antivírus,
C) desabilitar a opção de esconder extensões de arquivos,
D) atualizar o sistema com “patches”,
E) desabilitar Java, Javascript e Activex,
F) manter cópias de arquivos importantes em CD, DVD ou pendrive, por exemplo.

Os professores devem acompanhar constantemente o que os alunos estão acessando, e a NÃO:
A) abrir links ou mensagens desconhecidas,
B) responder “forms” (formulários) de sites desconhecidos,
C) participar de fóruns ou chats duvidosos,
D) responder e-mails solicitando senhas ou outros dados importantes e pessoais,
E) abrir links por solicitação de desconhecidos,
F) executar ou enviar programas mandados por desconhecidos.